A disparada do petróleo bruto acima de US$ 100 o barril levou o Fundo Monetário Internacional a rebaixar suas projeções de crescimento para os Estados Unidos, com um alerta sobre a erosão significativa do poder de compra do consumidor. Embora formuladores de política econômica costumem classificar choques energéticos como "temporários", as famílias de classe média não dispõem das ferramentas de emissão de dívida dos Estados soberanos nem da capacidade de repassar custos que as grandes empresas têm. Em vez disso, essas famílias absorvem a volatilidade de preços pelo fluxo de caixa e pelo crédito. Com o consumo das famílias respondendo por quase 70% do PIB, a solvência do lar americano continua sendo o motor primário da economia.

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