Em 2021, a Dynamic Code era um símbolo da corrida do ouro dos diagnósticos. A empresa sueca de testes de saúde registrou um lucro operacional de 100 milhões de coroas suecas (cerca de US$ 9,5 milhões), impulsionada pela urgência global por testagem e pelo interesse crescente dos consumidores em dados personalizados de saúde. Mas o auge durou pouco. Em quatro anos, a empresa passou de caso de sucesso da era pandêmica a pedido de falência.

Menos de um ano após o colapso, a fundadora Anne Kihlgren articula a retomada. Após readquirir a marca que construiu, Kihlgren prepara o relançamento da Dynamic Code ao lado de um novo sócio e, sobretudo, com um modelo de negócio reformulado. A mudança de rota sugere que, embora a estrutura corporativa anterior tenha cedido diante das transformações do pós-pandemia, a demanda por diagnósticos domiciliares continua sendo uma fronteira viável.

A nova versão da Dynamic Code pretende ser mais enxuta e colaborativa. A estratégia de Kihlgren envolve uma rede de parceiros fortes para alcançar consumidores que se habituaram a gerenciar a própria saúde por meio de plataformas digitais e kits domésticos. É uma aposta no "paciente proativo" — um perfil demográfico que já existia antes da pandemia e só cresceu desde então.

Com reportagem de Breakit.

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