O gabinete Jetten enfrenta a crise energética que se avizinha com uma estratégia em duas frentes: compensação imediata para cidadãos e empresas, combinada a investimentos voltados à redução da vulnerabilidade do país a choques globais de energia. A abordagem reconhece que o cenário pode se agravar, o que exige uma transição rumo à resiliência estrutural. Ao priorizar a independência em relação a mercados voláteis, o governo busca atenuar o impacto de futuras interrupções no fornecimento.

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