Para o consumidor moderno, a busca por produtos e serviços já não segue o roteiro linear de outrora. Com a onipresença de assistentes virtuais e algoritmos de recomendação, a jornada de compra tornou-se uma experiência mediada por inteligência artificial, exigindo das marcas uma agilidade que poucas demonstram possuir.

Dados recentes indicam um cenário preocupante para o mercado nacional: 59% dos departamentos de marketing no Brasil ainda não conseguiram se adaptar a esse novo perfil de consumo. O descompasso entre a velocidade da inovação tecnológica e a capacidade de reestruturação organizacional cria um vácuo onde a relevância das marcas é posta à prova.

Essa pressão por transformação não se limita apenas à adoção de novas ferramentas, mas a uma revisão profunda de processos e estratégias. Aqueles que ignorarem a transição para modelos baseados em dados e automação inteligente correm o risco de se tornarem invisíveis em um ecossistema digital cada vez mais saturado e automatizado.

Com informações de Exame Inovação.

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