No cenário de expansão acelerada do franchising, a intuição costuma ser a primeira vítima da eficiência. Carla Sarni, fundadora do Grupo Salus — holding que comanda gigantes como Sorridents e GiO Laser —, é categórica: gerir um negócio sem indicadores é um voo às cegas. O alerta da executiva surge como um choque de realidade para empreendedores que ainda negligenciam a matemática da própria operação.
Ao confrontar uma franqueada que admitiu não acompanhar nenhuma métrica mensal, a reação de Sarni foi um "misericórdia" que resume o abismo entre o amadorismo e a gestão de escala. Para quem supervisiona mais de 800 unidades, a sobrevivência no mercado de saúde e beleza depende da capacidade de interpretar dados, transformando números brutos em decisões estratégicas imediatas.
A resistência em adotar uma rotina analítica é apontada como um dos maiores gargalos para o crescimento sustentável. Sarni defende que o acompanhamento rigoroso de indicadores não é uma tarefa burocrática opcional, mas a espinha dorsal de qualquer operação que pretenda escalar com previsibilidade em um mercado cada vez mais competitivo.
Com informações de Exame Inovação.
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