Grandes empresas como Snap, Atlassian e Block citaram recentemente avanços em inteligência artificial como justificativa para cortes significativos de pessoal. Executivos de recursos humanos, no entanto, demonstram desconforto com a tendência e apontam que muitas dessas demissões carecem de uma estratégia coerente de gestão de talentos. Em discussões recentes no setor, lideranças observaram que priorizar eficiência imediata em detrimento do julgamento humano pode causar danos à cultura corporativa. Em vez de focar exclusivamente na redução de quadro, alguns especialistas defendem o remanejamento de profissionais para funções que a IA ainda não é capaz de replicar.
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