A saída de Tim Cook da Apple encerra uma gestão que os críticos consistentemente subestimaram. Sua despedida acontece no momento em que o setor financeiro avalia o plano de US$ 7 trilhões para o mercado de títulos proposto pelo indicado à presidência do Fed, Kevin Warsh, e em que crescem preocupações geopolíticas sobre a possível duração do conflito no Irã. Além disso, novas avaliações sugerem que a realização prática da computação quântica pode estar mais distante do que se estimava anteriormente.

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