Um júri federal na Carolina do Norte considerou a Uber responsável pela conduta de um motorista que tocou a coxa de uma passageira e perguntou se poderia "ficar com ela". A autora da ação recebeu uma indenização de US$ 5.000 por agressão física, embora o júri não tenha enquadrado o incidente como agressão sexual. O caso é um chamado bellwether — um processo-piloto que integra um grupo mais amplo de ações movidas contra a empresa por comportamento de motoristas.
A Uber pretende recorrer, argumentando que o júri recebeu instruções incorretas sobre a responsabilidade da empresa. Embora indenizações anteriores em casos semelhantes tenham chegado a US$ 8,5 milhões, a Uber classificou este veredicto como um retorno à "realidade". Leia a reportagem completa na Fortune (assinatura).
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