Grandes museus têm incorporado cada vez mais o que críticos chamam de "obras de design preguiçoso" em sua programação, privilegiando instalações que dependem de espelhos, iluminação e inteligência artificial para produzir espetáculo imediato. Essas obras priorizam o fator "uau" sensorial em detrimento da profundidade tradicional — uma tendência que, segundo críticos, reflete as preferências da elite do setor de tecnologia. Ao abraçar esses efeitos de parque de diversões, as instituições passam a enfrentar acusações de comprometer sua integridade cultural em nome do engajamento fácil.

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