Massachusetts segue como referência máxima de qualidade de vida nos Estados Unidos, ocupando o primeiro lugar em um novo levantamento que analisa 51 indicadores de bem-estar. O estado se destaca pela combinação de renda elevada, acesso privilegiado à saúde e uma rede educacional de elite. O mapa da prosperidade americana, no entanto, está em transformação: o domínio tradicional das regiões costeiras vem sendo desafiado por estados do Meio-Oeste e das Montanhas Rochosas, como Idaho e Wisconsin.
A ascensão de estados como Idaho, agora na segunda posição, sinaliza uma mudança de prioridades em 2025. O ranking, baseado em dados da WalletHub, revela que segurança e estabilidade econômica passaram a pesar mais do que clima ou a infraestrutura consolidada das metrópoles litorâneas. New Hampshire também figura entre os dez primeiros, consolidando a tendência de que "viver bem" hoje está menos atrelado ao glamour urbano e mais à eficiência dos serviços públicos e à proteção social.
Um ponto central do estudo é o chamado "paradoxo da habitabilidade". Embora o custo de vida seja uma preocupação crescente, muitos dos estados mais baratos dos EUA aparecem nas posições mais baixas do ranking. Isso sugere que acessibilidade financeira, isoladamente, não garante qualidade de vida quando não vem acompanhada de oportunidades econômicas e sistemas de saúde robustos. O equilíbrio entre custo e benefício social tornou-se a nova fronteira de inovação em políticas públicas estaduais.
Com reportagem de Visual Capitalist.
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